O Paysandu Sport Club, em um momento crucial de sua campanha no Campeonato Paraense de 2026, encontra em seu meio-campista e capitão, Marcinho, um pilar de liderança e discernimento. A figura do “10 e faixa”, termo que no léxico futebolístico descreve um jogador com talento individual proeminente e inquestionável capacidade de comando, personifica-se no atleta, que, apesar de ter chegado ao clube na atual temporada, rapidamente se estabeleceu como peça-chave no esquema tático bicolor e como uma das vozes mais influentes no vestiário.
Após a conclusão de oito confrontos disputados exclusivamente pelo certame estadual, o camisa 10 e líder em campo realizou uma análise profunda do desempenho da equipe. Em suas ponderações, o experiente atleta de 30 anos enfatizou a necessidade imperativa de aprimoramento contínuo, mas fez questão de salientar que o grupo está em uma trajetória ascendente, com o foco integralmente voltado para a iminente decisão do Parazão. “Temos muito a melhorar ainda ao decorrer desse ano. Estamos em uma crescente. É claro que tivemos uns dois jogos que não fomos tão bem, mas a gente vem em uma crescente boa e chega preparado para esse final, porque o final, você sabe como que é, são dois jogos, então, vai ser uma guerra”, declarou Marcinho, sublinhando a intensidade e o espírito combativo que espera das partidas derradeiras.
Marcinho tem sido uma constante no onze inicial do Papão, participando de todos os oito jogos disputados em 2026 e contribuindo com um gol. A fase final do Campeonato Paraense de 2026 se distingue das etapas anteriores, nas quais o Paysandu superou Tuna e Castanhal em confrontos únicos. A grande decisão, que colocará o clube frente a seu arquirrival, o Remo, será disputada em dois jogos de ida e volta, prometendo um embate de proporções históricas e de intensa rivalidade.
Ao rememorar o primeiro clássico da temporada, que culminou em um empate por 1 a 1 na quarta rodada, Marcinho avaliou a performance bicolor como satisfatória, apesar da ansiedade inicial. “No primeiro jogo, tínhamos um pouco de ansiedade, mas depois que a bola rolou, a ansiedade passou e a gente pôde fazer um jogo muito bom. Agora é a final, são dois jogos, dois jogos muito importantes”, pontuou o meio-campista. Ele também destacou a meticulosa preparação que a equipe tem empreendido ao longo da semana. “A gente vem se preparando bastante durante esta semana, fazendo alguns ajustes nas coisas que estamos pecando. Então, se Deus quiser, nessa primeira final, que a gente possa chegar bem, chegar focado, com bastante humildade, para fazer um jogo forte diante do nosso torcedor e, se Deus quiser, conseguir um resultado positivo”, expressou o capitão, reforçando a seriedade e a determinação do momento.
Um fator crucial na preparação para os confrontos decisivos foi a oportunidade de uma semana completa de treinamentos. Tal período é um luxo em um calendário que, no mês de fevereiro, impôs ao time compromissos a cada três ou quatro dias. Para o camisa 10, essa semana foi vital para o descanso e a recuperação física do elenco. “Vínhamos tendo um jogo de quarta, quarta e domingo e, essa semana, está sendo muito boa. É bom para a gente que estava jogando mais dar uma descansada, para que possamos chegar no domingo com o tanque cheio, se entregar ao máximo, se doar e fazer o nosso melhor dentro de campo”, detalhou Marcinho, enfatizando a importância de chegar em plenas condições para o embate.
A torcida bicolor nutre grandes esperanças na sinergia entre Marcinho e Ítalo, o camisa 9 e atual artilheiro do Parazão com seis gols. O meia-armador reafirmou a solidez dessa parceria, que se mostra cada vez mais entrosada e promissora em campo. “Procuramos ajudar um ao outro durante a semana, durante os jogos. Fico muito feliz que o Ítalo esteja na artilharia do campeonato. Que ele continue fazendo gols, ajudando a nossa equipe e, o que pudermos fazer para ele, para que a bola chegue nele, para que ele possa fazer gol, a gente vai fazer”, garantiu Marcinho, ilustrando o espírito de colaboração no setor ofensivo.
Por fim, o capitão fez um aceno caloroso à fervorosa “Fiel Bicolor”, o reconhecido 12º jogador do Paysandu. Ciente da paixão e do engajamento incondicional da torcida, Marcinho manifestou plena confiança na presença maciça e no apoio irrestrito dos torcedores. “A festa, a torcida sempre faz, seja aqui na Curuzu, e agora no Mangueirão. Mangueirão lotado, não precisa nem pedir para a torcida, porque o torcedor já vem sem ser final, a final é um caso à parte”, observou. Ele expressou o profundo desejo de celebrar a conquista do título estadual ao lado dos apaixonados torcedores. “É claro que a nossa torcida vai estar em peso e vai dar um grande show, como sempre faz. Espero que eles possam nos ajudar e, dentro de campo, pode ter certeza que vai estar bem representado. Vamos nos doar ao máximo e conseguir essa vitória, e quem sabe na outra semana estaremos comemorando esse título junto com eles”, concluiu, projetando um cenário de triunfo e união.
O primeiro capítulo da aguardada grande final do Campeonato Paraense de 2026 entre Paysandu e Remo está agendado para este domingo, 1º de março, às 17h, no Estádio do Mangueirão, em Belém. O portal trará a cobertura completa em Tempo Real, com todos os detalhes do aguardado e decisivo Re-Pa.
Fonte: [ESPORTES] GE



Publicar comentário