Advogado Quebra o Silêncio e Aponta ‘Execução’ no Caso Gisele: Entenda os Detalhes Chocantes!

O caso da morte da soldado Gisele ganha novos contornos com a forte manifestação do advogado Miguel Silva, representante da família da vítima. Em entrevista ao programa Brasil Urgente, Silva rebateu veementemente a versão do tenente-coronel Geraldo Neto, apontando para a tese de que o trágico incidente foi, na realidade, uma execução motivada pela falta de controle emocional do oficial.

Silva fundamentou sua argumentação ao citar decisões judiciais prévias que atestam um histórico de agressividade por parte do tenente-coronel. Segundo o advogado, a conduta agressiva não é uma mera alegação da defesa, mas um comportamento já reconhecido pelo Judiciário, inclusive com uma sentença cível condenando o estado por atos de assédio moral cometidos pelo oficial contra outra policial, evidenciando um perfil de descontrole.

A análise da dinâmica no apartamento onde Gisele foi encontrada morta, bem como as marcas identificadas no corpo da vítima, são cruciais para a tese da defesa. O advogado destacou que a presença exclusiva do casal no imóvel, somada a um disparo de baixo para cima e as marcas no pescoço de Gisele, reforçam a convicção de uma execução. ‘Se a Gisele não se matou, quem matou foi ele’, sentenciou Silva, baseando-se na lógica da ausência de terceiros na cena do crime.

Com o pedido de prisão preventiva já protocolado pela Polícia Civil por feminicídio, a assistência de acusação aguarda a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo. Miguel Silva expressou confiança de que o inquérito policial já reuniu elementos suficientes para justificar o afastamento do tenente-coronel das ruas, reforçando a crença de que os requisitos para a medida cautelar estão presentes e que a autoridade policial sanou todas as dúvidas.

A morte de Gisele, ocorrida em março de 2026, é envolta em mistério desde que o tenente-coronel Geraldo Neto alegou que a esposa teria tirado a própria vida após uma discussão. Contudo, a investigação apontou inconsistências significativas, como a ausência de resíduos biológicos na arma e um lapso de quase meia hora entre o som do disparo e a chamada de socorro, elementos que contradizem a versão inicial e fortalecem as suspeitas levantadas pela defesa.

Fonte: BAND JORNALISMO

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