{"id":1076,"date":"2026-02-28T15:18:41","date_gmt":"2026-02-28T18:18:41","guid":{"rendered":"https:\/\/audiview.com.br\/news\/2026\/02\/28\/superinteressante-revela-bastidores-de-premiacao-que-celebra-a-excelencia-do-design-editorial\/"},"modified":"2026-02-28T15:18:41","modified_gmt":"2026-02-28T18:18:41","slug":"superinteressante-revela-bastidores-de-premiacao-que-celebra-a-excelencia-do-design-editorial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/audiview.com.br\/news\/superinteressante-revela-bastidores-de-premiacao-que-celebra-a-excelencia-do-design-editorial\/","title":{"rendered":"Superinteressante Revela Bastidores de Premia\u00e7\u00e3o que Celebra a Excel\u00eancia do Design Editorial"},"content":{"rendered":"<p>No in\u00edcio de 2026, a equipe de design da revista Superinteressante concebeu uma iniciativa para honrar o trabalho de seus membros e refletir sobre os desafios e \u00eaxitos do ano anterior. Mais que um mero encontro social, a proposta visava estabelecer um marco para a avalia\u00e7\u00e3o de desempenho, identifica\u00e7\u00e3o de \u00e1reas para aprimoramento e, sobretudo, a celebra\u00e7\u00e3o das conquistas alcan\u00e7adas no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Desse contexto emergiu o \u201cOscar da Arte\u201d, um pr\u00eamio interno destinado a reconhecer o que de mais relevante foi produzido visualmente em 2025. \u00c9 crucial esclarecer que, no universo editorial, \u201carte\u201d refere-se \u00e0 equipe e ao processo de concep\u00e7\u00e3o visual de uma publica\u00e7\u00e3o, n\u00e3o a um pr\u00eamio para belas-artes tradicionais.<\/p>\n<p>O processo de sele\u00e7\u00e3o, aparentemente simples na teoria \u2013 cria\u00e7\u00e3o de categorias e um regulamento b\u00e1sico \u2013, revelou-se um desafio consider\u00e1vel diante de doze meses de projetos gr\u00e1ficos de alta qualidade. O corpo de jurados foi composto por Juliana Krauss, Caroline Aranha, Cristielle Luise, Rafaela Reis, e Camila Leite, designer respons\u00e1vel pelas revistas Voc\u00ea S\/A e Voc\u00ea RH. A colabora\u00e7\u00e3o de Camila, embora externa \u00e0 equipe principal da Superinteressante, foi fundamental, dada sua participa\u00e7\u00e3o ativa e valiosos insights nos processos criativos.<\/p>\n<p>Foram meticulosamente analisadas 816 p\u00e1ginas, provenientes de 12 edi\u00e7\u00f5es da Superinteressante, em cinco categorias distintas:<\/p>\n<ol>\n<li>Melhor em Colagem<\/li>\n<li>Melhor em (Dire\u00e7\u00e3o de) Ilustra\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Melhor em Visualiza\u00e7\u00e3o de Dados<\/li>\n<li>Melhor em (Dire\u00e7\u00e3o de) Fotografia em Est\u00fadio<\/li>\n<li>Melhor em Se\u00e7\u00f5es<\/li>\n<\/ol>\n<p>Para cada categoria, a vencedora foi convidada a detalhar o processo criativo por tr\u00e1s de sua obra, oferecendo um panorama aprofundado e inspirador de seu trabalho.<\/p>\n<h2>Melhor em Colagem: Caroline Aranha e a &#8216;F\u00edsica Qu\u00e2ntica&#8217;<\/h2>\n<p>Caroline Aranha foi agraciada na categoria \u201cMelhor em Colagem\u201d pela mat\u00e9ria \u201cF\u00edsica Qu\u00e2ntica sem Picaretagem\u201d, publicada na edi\u00e7\u00e3o 473 (mar\u00e7o). Abordar a f\u00edsica qu\u00e2ntica \u00e9 uma constante na Superinteressante, e apesar da complexidade inerente ao tema, edi\u00e7\u00f5es anteriores j\u00e1 haviam apresentado solu\u00e7\u00f5es visuais inovadoras.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o de produzir a mat\u00e9ria \u201cem casa\u201d \u2013 jarg\u00e3o que designa projetos desenvolvidos internamente, sem contrata\u00e7\u00e3o de talentos externos \u2013 imp\u00f4s um desafio adicional. A colagem, m\u00e9todo preferencial de Aranha, mostrou-se a alternativa mais vi\u00e1vel dada a restri\u00e7\u00e3o de tempo e a necessidade de conciliar com outras demandas. A revista possui uma rica hist\u00f3ria com grandes colagistas, o que oferece um vasto repert\u00f3rio de refer\u00eancias. Contudo, o tema exigia uma ruptura com seu estilo habitual, provocando-a a explorar novas abordagens.<\/p>\n<p>A busca por refer\u00eancias levou-a a trabalhos de artistas que utilizavam pixels para representar part\u00edculas, inspirando-se em uma abordagem pr\u00e9via de Carlos Eduardo Hara. A proposta apresentada \u00e0 diretora de arte, Juliana Krauss, consistia em uma colagem que mesclasse objetos representativos de \u00e1reas de pesquisa com suas respectivas vers\u00f5es pixelizadas.<\/p>\n<p>Para concretizar a ideia, Aranha buscou tutoriais sobre o efeito pixelado e realizou testes de composi\u00e7\u00e3o com elementos selecionados em colabora\u00e7\u00e3o com Bruno Carbinatto, autor da mat\u00e9ria. Optou-se por brincar com formas retangulares, exibindo objetos em suas vers\u00f5es pixelizadas e recortes destacados. Ap\u00f3s valida\u00e7\u00e3o do estilo, a paleta de cores foi ajustada. Com a mat\u00e9ria estruturada em t\u00f3picos, a designer escolheu uma abordagem monocrom\u00e1tica para cada se\u00e7\u00e3o, complementada por preto e branco, garantindo diferencia\u00e7\u00e3o e coes\u00e3o visual.<\/p>\n<h2>Melhor em Dire\u00e7\u00e3o de Ilustra\u00e7\u00e3o: Cristielle Luise e a &#8216;Terapia da IA&#8217;<\/h2>\n<p>A capa \u201cTerapia nos Tempos da IA\u201d (Edi\u00e7\u00e3o 479 \u2013 setembro) conferiu a Cristielle Luise o pr\u00eamio de \u201cMelhor em Dire\u00e7\u00e3o de Ilustra\u00e7\u00e3o\u201d. A mat\u00e9ria, desenvolvida em colabora\u00e7\u00e3o com as rep\u00f3rteres Manuela Mour\u00e3o e Bela Lobato, representou um marco significativo para a designer, sendo sua primeira capa e um projeto de grande engajamento coletivo.<\/p>\n<p>Luise ressalta a import\u00e2ncia da intera\u00e7\u00e3o com as jornalistas, que forneciam refer\u00eancias e checklists detalhados, permitindo-lhe integrar-se profundamente ao processo de apura\u00e7\u00e3o. Essa imers\u00e3o foi crucial para transcender a percep\u00e7\u00e3o do design como mero \u201cenfeite\u201d, reafirmando seu papel como ferramenta potente de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O tema, \u201cTerapia com o ChatGPT\u201d, demandava uma abordagem visual que fugisse dos clich\u00eas rob\u00f3ticos. A ess\u00eancia da mat\u00e9ria gravitava em torno da individualidade, da humaniza\u00e7\u00e3o da intelig\u00eancia artificial e da inerente simula\u00e7\u00e3o. O desafio era equilibrar a beleza e o conforto da intera\u00e7\u00e3o humano-m\u00e1quina com os riscos intr\u00ednsecos, como seguran\u00e7a de dados, privacidade e depend\u00eancia psicol\u00f3gica, tudo isso sob o prisma da solid\u00e3o contempor\u00e2nea.<\/p>\n<p>A diagrama\u00e7\u00e3o inicial, com colunas finas e irregulares, buscou \u201clapidar\u201d a complexidade da pauta, remetendo visualmente a linhas de c\u00f3digo-fonte. A pesquisa aprofundada incluiu a an\u00e1lise de recortes compartilhados pela equipe e a constru\u00e7\u00e3o de um moodboard, culminando na inspira\u00e7\u00e3o de filmes como \u2018Ela\u2019 (2013) para capturar camadas emocionais.<\/p>\n<p>O insight para a linguagem visual, surgido ap\u00f3s um per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o criativa, consolidou-se em dois tons predominantes: o cinza melanc\u00f3lico do humano, simbolizando isolamento, e o vibrante e ilus\u00f3rio da IA, representando promessas de plenitude e acolhimento.<\/p>\n<p>A narrativa visual foi desdobrada em uma sequ\u00eancia de cenas: iniciando com a met\u00e1fora de Narciso, onde a rela\u00e7\u00e3o com a IA \u00e9 um reflexo idealizado de si; seguindo para um ambiente escolar, ilustrando a presen\u00e7a da IA como auxiliar na rotina, mas tamb\u00e9m como potencial substituta da intera\u00e7\u00e3o humana; um consult\u00f3rio de terapia, onde a IA, embora bela, age como barreira sutil entre o indiv\u00edduo e o acolhimento humano real; e culminando com a transi\u00e7\u00e3o entre a ilus\u00e3o de plenitude proporcionada pela IA e a dura realidade da solid\u00e3o. A ilustradora Ina Gouveia foi a parceira estrat\u00e9gica que traduziu com maestria a vis\u00e3o da designer, elevando a narrativa visual a um patamar po\u00e9tico.<\/p>\n<p>Luise reflete sobre o recebimento da edi\u00e7\u00e3o impressa, enviada pela rep\u00f3rter Bela Lobato, como um s\u00edmbolo tang\u00edvel da colabora\u00e7\u00e3o e da concretiza\u00e7\u00e3o de um trabalho de grande significado pessoal e profissional. O projeto reafirmou a capacidade do design de construir narrativas e gerar m\u00faltiplas interpreta\u00e7\u00f5es, mantendo seu prop\u00f3sito comunicativo.<\/p>\n<h2>Melhor em Visualiza\u00e7\u00e3o de Dados: Caroline Aranha e o &#8216;Banco de Horas&#8217;<\/h2>\n<p>Caroline Aranha obteve reconhecimento na categoria \u201cMelhor em Visualiza\u00e7\u00e3o de Dados\u201d pelo infogr\u00e1fico \u201cBanco de Horas\u201d, parte da se\u00e7\u00e3o \u201c\u00daltima P\u00e1gina\u201d na edi\u00e7\u00e3o 475 (maio). A equipe de design da Superinteressante frequentemente se depara com o desafio de transformar dados complexos em representa\u00e7\u00f5es visuais claras e engajadoras.<\/p>\n<p>O projeto em quest\u00e3o, proposto pela editora Maria Clara Rossini, era particularmente desafiador: ilustrar a dura\u00e7\u00e3o de 84 papados desde o primeiro conclave em 1276, com per\u00edodos que variavam de menos de um m\u00eas a mais de vinte anos. A sugest\u00e3o inicial de uma linha do tempo marcando o in\u00edcio de cada pontificado serviu como ponto de partida.<\/p>\n<p>A designer buscou integrar elementos visuais do pr\u00f3prio tema da Igreja Cat\u00f3lica. A inspira\u00e7\u00e3o surgiu inesperadamente de um trecho da can\u00e7\u00e3o \u201cPrayer Man\u201d da banda Hippo Campus \u2013 \u201ctried the knots of rosary, never got the thing to work\u201d (tentei os n\u00f3s do ros\u00e1rio, nunca consegui fazer funcionar) \u2013, que evocou a ideia de utilizar um ros\u00e1rio como estrutura para a linha do tempo, onde contas maiores representariam os papas e as menores, a dura\u00e7\u00e3o de seus mandatos.<\/p>\n<p>O desafio reside em acomodar 751 anos de hist\u00f3ria e 84 nomes em um espa\u00e7o limitado, mantendo a legibilidade. Ap\u00f3s testes iniciais e a colabora\u00e7\u00e3o com a designer Luana Pillmann, a equipe confirmou a efic\u00e1cia da met\u00e1fora do ros\u00e1rio. Por meio de m\u00faltiplos prot\u00f3tipos e ajustes de espa\u00e7amento, Aranha conseguiu integrar as informa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias, incluindo tr\u00eas boxes de texto para curiosidades, finalizando o design para aprova\u00e7\u00e3o da diretora Juliana Krauss e da equipe editorial.<\/p>\n<h2>Melhor em Fotografia em Est\u00fadio: Juliana Krauss e os &#8216;Horm\u00f4nios&#8217;<\/h2>\n<p>Juliana Krauss foi premiada na categoria \u201cMelhor em Fotografia em Est\u00fadio\u201d pela mat\u00e9ria de capa \u201cHorm\u00f4nios: manual do usu\u00e1rio\u201d, da edi\u00e7\u00e3o 477 (julho). A designer concebe o papel do profissional de revista como um elo entre o jornalista e o leitor, uma fun\u00e7\u00e3o de tradu\u00e7\u00e3o visual que se alinhou perfeitamente ao conceito central desta pauta.<\/p>\n<p>Ancorando-se na defini\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nios como mensageiros qu\u00edmicos, Krauss explorou diversas formas de comunica\u00e7\u00e3o \u2013 virtuais, anal\u00f3gicas, verbais, corporais \u2013 para desenvolver o conceito visual. Descartando clich\u00eas visuais, a equipe optou pela analogia com correspond\u00eancias, que se mostrou eficaz tanto conceitualmente quanto esteticamente.<\/p>\n<p>O processo envolveu a coleta de refer\u00eancias e a defini\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es visuais para cada dupla de p\u00e1ginas. A ideia de selos para cada carta, representando o \u00f3rg\u00e3o de origem do horm\u00f4nio, foi desenvolvida pela estagi\u00e1ria de arte e ilustradora Rafaela Reis. A paleta de cores eleita combinou o verde-\u00e1gua hospitalar com o vermelho-sangue, criando um contraste visual incomum e impactante.<\/p>\n<p>A execu\u00e7\u00e3o foi um esfor\u00e7o multifacetado: Krauss liderou o design da mat\u00e9ria, a busca por objetos de cena, a dire\u00e7\u00e3o das fotografias em est\u00fadio com o fot\u00f3grafo Eduardo Dulla e seu assistente Thiago Scholz, a coordena\u00e7\u00e3o com Rodrigo Damati para os selos vetoriais, e com Caroline Aranha para microedi\u00e7\u00f5es. A complexidade e a coordena\u00e7\u00e3o de tantos elementos resultaram em uma produ\u00e7\u00e3o de alta qualidade, marcada por um ambiente de trabalho colaborativo e inspirador.<\/p>\n<h2>Melhor em Se\u00e7\u00e3o: Rafaela Reis e o &#8216;Abre de Playlist&#8217;<\/h2>\n<p>A categoria \u201cMelhor em Se\u00e7\u00e3o\u201d reconheceu Rafaela Reis por seu trabalho no \u201cAbre de Playlist\u201d, uma subse\u00e7\u00e3o de cultura da Superinteressante. Este pr\u00eamio destaca a evolu\u00e7\u00e3o profissional da estagi\u00e1ria, que enfrentou um rito de passagem comum na equipe de arte da revista.<\/p>\n<p>O \u201cAbre de Playlist\u201d, apesar de ocupar modestamente meia p\u00e1gina, representa um desafio mensal devido \u00e0 constante necessidade de renova\u00e7\u00e3o visual e diagrama\u00e7\u00e3o, incorporando gr\u00e1ficos ou listas. A tarefa primordial \u00e9 inovar a cada edi\u00e7\u00e3o, evitando repeti\u00e7\u00f5es estil\u00edsticas. O que inicialmente se apresentou como uma dificuldade, transformou-se em sua demanda mensal favorita, simbolizando uma \u201cbatalha \u00e9pica\u201d vencida.<\/p>\n<p>Em suas primeiras execu\u00e7\u00f5es, Reis recorria ao banco de se\u00e7\u00f5es do Figma, uma galeria de p\u00e1ginas de edi\u00e7\u00f5es anteriores, para buscar refer\u00eancias e inspira\u00e7\u00e3o. Embora o resultado inicial fosse \u201cap\u00e1tico\u201d em sua autocr\u00edtica, representava uma conquista significativa. O processo demandava um tempo consider\u00e1vel e acompanhamento, carinhosamente chamado de \u201cbab\u00e1\u201d pela reda\u00e7\u00e3o, com a designer Cristielle Luise desempenhando um papel fundamental de mentoria.<\/p>\n<p>Com o tempo e o aumento da confian\u00e7a, Reis come\u00e7ou a experimentar. Seu m\u00e9todo envolve um est\u00e1gio inicial de conceitua\u00e7\u00e3o no sketchbook, onde visualiza no papel antes de transpor para o ambiente digital do InDesign. Esse processo iterativo de rascunhos e testes, combinado com a an\u00e1lise do trabalho de designers mais experientes e a formula\u00e7\u00e3o de d\u00favidas, foi essencial para seu desenvolvimento.<\/p>\n<p>Entre seus trabalhos destacados, Reis menciona a se\u00e7\u00e3o \u201cO Super na Super\u201d, uma entrevista com a equipe do novo Superman, que concebeu como uma mini-HQ, marcando um ponto de virada na descoberta de seu estilo pessoal. Outro projeto de orgulho \u00e9 \u201cQuando era tudo mato\u201d, onde a quebra de paradigmas visuais, como o uso de um rolo de filme abra\u00e7ando a subse\u00e7\u00e3o, transmitiu a sensa\u00e7\u00e3o desejada de atemporalidade. Por fim, seu primeiro gr\u00e1fico para o \u201cAbre de Playlist\u201d em \u201cAdeus, Los Angeles\u201d foi um feito desafiador, com refer\u00eancias em trabalhos anteriores de Caroline Aranha e Juliana Krauss.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s 15 meses de est\u00e1gio, Rafaela Reis conclui que a Superinteressante n\u00e3o apenas a cercou de refer\u00eancias profissionais de alto n\u00edvel, mas tamb\u00e9m demonstrou que, com dedica\u00e7\u00e3o e tempo, as dificuldades iniciais s\u00e3o superadas, resultando em uma valiosa evolu\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n<p><small>Fonte: [CURIOSIDADES] SUPER INTERESSANTE<\/small><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No in\u00edcio de 2026, a equipe de design da revista Superinteressante concebeu uma iniciativa para honrar o trabalho de seus membros e refletir sobre os desafios e \u00eaxitos do ano anterior. 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