Os Estados Unidos promoveram recentemente na Flórida o evento ‘Escudo das Américas’, uma iniciativa que reuniu diversas nações latino-americanas para debater a segurança regional. No entanto, o Brasil, sob a gestão do presidente Lula, foi notavelmente ausente. Segundo informações, essa exclusão decorre de uma postura crítica dos EUA em relação ao combate brasileiro aos cartéis de drogas, resultando em acusações de conivência contra o governo brasileiro.
Em um cenário de crescente preocupação com o poder e a infiltração dos cartéis de drogas na região, o então presidente Trump adotou uma postura intransigente, chegando a sugerir o uso de mísseis contra esses grupos, classificados por ele como terroristas. A ausência do Brasil no evento foi justificada pela suposta conivência do governo brasileiro com tais organizações, especialmente por sua relutância em classificá-los como terroristas e pela percepção de falta de rigor no combate ao crime organizado.
Internamente, a situação brasileira é descrita como alarmante, com o território nacional alegadamente tomado por facções criminosas que movimentam bilhões de reais com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, infiltrando-se na máquina estatal. O autor do texto, Marco Feliciano, pastor e deputado federal, expressa profunda preocupação, invocando o divino para livrar o país do crime organizado que, segundo ele, estende seus tentáculos por todo o território.
A exclusão do Brasil de um fórum de tamanha relevância geopolítica sublinha a tensão nas relações com os Estados Unidos e a seriedade das acusações de omissão no enfrentamento a grupos criminosos. A posição dos EUA sinaliza uma clara insatisfação com a abordagem brasileira à questão dos cartéis, colocando o país em uma posição delicada no cenário internacional de combate ao crime organizado.
Fonte: NOTICIAS – Pleno News