CHOQUE! MEDALHA OLÍMPICA DE 1896 VENDIDA POR MILHÕES!

UM VERDADEIRO TERREMOTO no mundo dos colecionáveis de luxo! Uma rara medalha de prata dos primeiríssimos Jogos Olímpicos da era moderna, realizados em Atenas em 1896, acaba de ser arrematada por uma fortuna CHOCANTE em leilão, superando a marca de R$ 900 mil (equivalente a impressionantes US$ 179 mil)! A venda explosiva ocorreu na renomada casa dinamarquesa Bruun Rasmussen Arts Auctioneers, deixando o mundo do esporte e da história em polvorosa.

O grande mistério que agora assombra colecionadores e historiadores é a identidade do atleta que originalmente empunhou este símbolo de glória em 1896. Naquela época, a medalha de prata era o prêmio máximo para os campeões, enquanto o bronze era destinado aos segundos colocados e os terceiros não recebiam qualquer distinção. As cobiçadas medalhas de ouro, que hoje simbolizam a vitória, só seriam introduzidas nos Jogos de 1904. Isso eleva ainda mais o status e a raridade deste artefato, tornando-o uma joia sem precedentes!

Com impressionantes 130 anos de idade, a peça foi desenhada pelo renomado artista francês Jules-Clément Chaplain. De um lado, ela ostenta a majestosa imagem de Zeus segurando na palma da mão a deusa da vitória, Nike – um detalhe que evoca a grandiosidade da Grécia Antiga. No verso, a Acrópole de Atenas surge imponente, acompanhada da inscrição em caracteres gregos “Jogos Olímpicos Internacionais – Atenas 1896”. Pesa cerca de 67 gramas, o mesmo que um ovo grande, e mede quase cinco centímetros de diâmetro, vindo acompanhada de sua caixa original, um achado INCRÍVEL!

A casa de leilões, em um comunicado que incendiou a internet, afirmou que a medalha é considerada um artefato de valor histórico INESTIMÁVEL. E para adicionar ainda mais intriga à essa saga, eles sugeriram que a joia pode ter pertencido a NINGUÉM MENOS que Viggo Jensen, o lendário atleta que se tornou o primeiro campeão olímpico da Dinamarca no levantamento de peso! O comprador, um anônimo sortudo, optou por manter sua identidade em segredo, alimentando ainda mais a curiosidade sobre quem agora detém esse pedaço da história olímpica.

“Essas medalhas são EXCEPCIONALMENTE RARAS e, para colecionadores de memorabilia olímpica, são verdadeiras JOIAS DA COROA”, declarou Christian Grundtvig, chefe do departamento de moedas e medalhas da casa de leilões, em um comunicado carregado de emoção. Sua declaração apenas reforça a magnitude dessa venda e a importância singular deste objeto que transcende o tempo, conectando o presente com a aurora dos Jogos modernos.

Os Jogos Olímpicos, com sua origem milenar que remonta a 776 a.C. na Grécia Antiga, foram revividos após um hiato de mais de 1.500 anos. Graças à visão GENIAL de Pierre de Coubertin, fundador do Comitê Olímpico Internacional, a chama olímpica foi reacendida em 1896. Naquele ano, 241 atletas, todos homens, de 14 países, se reuniram em Atenas para disputar 43 eventos em nove modalidades, reescrevendo a história do esporte mundial e dando início à era que conhecemos hoje.

Esse leilão estrondoso não é um caso isolado, mas sim parte de uma tendência avassaladora no mercado de memorabilia olímpica. O recorde anterior, que parecia INALCANÇÁVEL, pertencia à medalha de ouro do velocista americano Jesse Owens nos Jogos Olímpicos de Berlim de 1936, arrematada em 2013 por quase US$ 1,5 milhão! Em outro exemplo do quão INSANO é esse mercado, em 2012, o boxeador ucraniano Wladimir Klitschko vendeu sua medalha de ouro de Atlanta 1996 por US$ 1 milhão para caridade. E uma medalha de ouro dos Jogos de 1904, a primeira a premiar com ouro, foi vendida por US$ 545 mil. É um mercado FERVILHANTE, onde a história e o esporte se encontram para criar fortunas e sonhos de colecionadores. O que mais nos aguarda nas próximas vendas de tesouros olímpicos? Fique ligado, a história está sendo reescrita a cada leilão!

Fonte: CURIOSIDADES – Aventuras da História

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