A deputada federal Carol Dartora (PT-PR) veio a público nesta segunda-feira (16/3) para denunciar uma série de ameaças graves que sofreu. As mensagens, recebidas por e-mail na madrugada de domingo (15/3), incluem intimidações explícitas de morte, estupro e tortura, além de expressarem conteúdo homofóbico e misógino, gerando grande preocupação no cenário político.
Uma das mensagens divulgadas pela parlamentar revela a natureza das ameaças. O agressor questiona a atuação da deputada em defesa de minorias, afirmando: “Você acha que pode ficar aí, defendendo esses direitos ridículos de minorias com a vida dos euro-brasileiros? Você e suas amigas vagabundas do Partido dos Trabalhadores pensam que podem nos controlar, mas vocês estão muito enganadas”. A linguagem agressiva e o teor de ódio são evidentes, configurando um ataque direto à sua integridade e função parlamentar.
É importante ressaltar que este não é um incidente isolado na trajetória da deputada. Em 2025, Carol Dartora já havia sido alvo de ameaças semelhantes, que apresentavam o mesmo modus operandi. Diante da recorrência e da gravidade dos atos, a parlamentar agiu prontamente, enviando ofícios e buscando providências junto a diversas autoridades. Entre os órgãos notificados estão a Polícia Federal (PF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Ministério da Justiça, visando uma investigação rigorosa e a responsabilização dos culpados.
Este novo episódio de violência política contra uma representante eleita sublinha a urgente necessidade de medidas eficazes para garantir a segurança de figuras públicas e o pleno exercício democrático. As autoridades competentes estão agora encarregadas de apurar os fatos e assegurar que tais intimidações não fiquem impunes, reforçando a luta contra a intolerância e o ódio no ambiente político.
Fonte: Noticias Metropoles