Ex-Paquita Revela Salários Chocantes: Xuxa Reage!

Declarações recentes de Juliana Baroni, ex-Paquita, sobre os valores recebidos pelo grupo durante o auge de sua fama nos anos 1990 provocaram uma intensa repercussão nas redes sociais e levaram a própria apresentadora Xuxa Meneghel a se manifestar. A revelação trouxe à tona detalhes sobre a administração financeira dos pagamentos na época, despertando a curiosidade do público sobre um dos maiores fenômenos da televisão brasileira.

Juliana Baroni, que integrou a equipe de assistentes de palco de Xuxa, compartilhou os bastidores financeiros em sua participação no podcast Os Bastidores de Tudo. Ela surpreendeu ao afirmar que os ganhos das Paquitas estavam significativamente abaixo do que a maioria das pessoas imaginava, desmistificando a percepção de que as integrantes acumulavam fortunas em virtude de sua exposição e sucesso. A atriz enfatizou que, para uma adolescente na época, o dinheiro era bom e ajudava nas despesas, mas estava longe de proporcionar riqueza ou independência financeira.

Para ilustrar a disparidade entre a percepção pública e a realidade, Baroni citou uma comparação impactante: “Se a Xuxa ganhava 80 mil, 100 mil na época para fazer um show, as paquitas ganhavam 200 reais”. Essa declaração ressaltou a grande diferença nos cachês, mesmo considerando o volume de trabalho e a visibilidade que o grupo desfrutava em programas, shows, discos e filmes vinculados ao universo da ‘Rainha dos Baixinhos’.

A ex-Paquita detalhou que a renda das integrantes era composta por múltiplas fontes, incluindo o salário da televisão, cachês de shows pelo Brasil, gravações de discos, produções cinematográficas e campanhas promocionais. Contudo, apesar da intensa e exaustiva agenda de compromissos, ela garantiu que o retorno financeiro não era proporcional ao tamanho da visibilidade conquistada. “Era muito trabalho. Como a gente fazia show, filme, gravava disco, tinha o salário da Globo, os salários somados davam uma boa quantia. Mas não o suficiente pra você ficar rica, comprar apartamento, nada disso, nada, não tinha isso”, explicou.

Baroni também esclareceu que, mesmo com o aumento da fama do grupo, a proporção dos pagamentos não acompanhava esse crescimento. A evolução na carreira trazia mais projetos e oportunidades, mas a lógica de remuneração permanecia similar. Ela, porém, destacou que sua mãe teve um papel fundamental no planejamento financeiro, permitindo que ela conseguisse guardar parte dos recursos durante sua passagem pelo grupo, uma situação que, segundo ela, não era comum entre todas as Paquitas.

Diante da grande repercussão das declarações de Juliana, a própria Xuxa Meneghel decidiu comentar publicamente o assunto. A apresentadora confirmou o relato da ex-Paquita e, em sua manifestação, esclareceu um ponto crucial sobre a administração dos pagamentos. “Mais pura verdade… lembrando a todos que eu pagava o cachê (saia do meu dinheiro) pra elas (NÃO) nem eu sabia quando ganhava e quanto ganhava sempre quem cuidou de dinheiro Mattos (SEMPRE FOI ASSIM)”, afirmou Xuxa, referindo-se a Marlene Mattos, sua ex-diretora e empresária, que gerenciava as finanças dos projetos.

A manifestação de Xuxa reforçou a versão de Juliana e adicionou uma nova camada à discussão, ao destacar que as decisões financeiras e a gestão dos valores não passavam diretamente por ela. Este episódio reacende debates sobre os bastidores da televisão brasileira das décadas de 1980 e 1990, um período em que programas infantis mobilizavam milhões e transformavam seus elencos em verdadeiros ídolos nacionais.

Mesmo décadas após o fim daquele período de ouro, o universo das Paquitas continua a despertar interesse, com histórias de bastidores, os desafios da fama precoce e a realidade vivida pelas integrantes. As recentes declarações de Juliana Baroni, confirmadas por Xuxa Meneghel, oferecem um olhar mais profundo e realista por trás do brilho das câmeras, evidenciando que o sucesso e a popularidade nem sempre se traduzem em grandes fortunas para todos os envolvidos em fenômenos de massa.

Fonte: FOFOCAS – Contigo

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