Uma analista de recursos humanos do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) agrediu a gerente de uma lanchonete na Asa Norte, em Brasília, após um desentendimento sobre um sanduíche que continha um ingrediente indesejado. O incidente de violência, que ocorreu na madrugada do feriado de 1º de maio, gerou repercussão e está sendo investigado pelas autoridades.
O lamentável episódio ocorreu em uma unidade de drive-thru na Asa Norte. Imagens de segurança do estabelecimento registraram o momento em que a cliente discute de forma acalorada com os atendentes e, em seguida, desfere ao menos dois tapas na cabeça da gerente do local. A cena de agressão foi crucial para a identificação e encaminhamento do caso.
De acordo com as informações apuradas, a principal motivação para a agressão foi um erro na montagem do pedido: a cliente havia solicitado um sanduíche sem cebola, mas o produto foi entregue com o vegetal. A insatisfação rapidamente escalou de uma briga verbal para o confronto físico. A Polícia Militar foi prontamente acionada para intervir e conter a situação no local. Inicialmente, a agressora negou ter atingido a funcionária, mas o caso foi encaminhado à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) para as devidas investigações.
Diante da gravidade da ocorrência, a cliente assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo crime de lesão corporal. A mulher envolvida no incidente ocupa um cargo de analista de RH no escritório da ONU. Em resposta oficial, as Nações Unidas informaram que a funcionária foi colocada em licença, permanecendo afastada de suas funções enquanto a investigação da Polícia Civil segue em andamento.
A empresa de fast-food, por sua vez, emitiu uma nota afirmando que tomou todas as providências necessárias no momento do ocorrido, incluindo o acionamento imediato das autoridades. O estabelecimento ressaltou, ainda, que está prestando todo o apoio necessário à gerente que foi vítima da agressão. O caso continua sob análise das autoridades policiais de Brasília para determinar as responsabilidades criminais envolvidas no incidente.
Fonte: BAND JORNALISMO