Pastor Denuncia Fome e Comunismo em Angola

A impactante frase “A fome é irmã de Satanás”, observada na capital Luanda, em Angola, serve como um resumo pungente da desesperadora realidade enfrentada pela maioria da população angolana. Este cenário de privação e luta diária pela sobrevivência é, segundo a análise, uma consequência direta do regime comunista que governa o país.

A caminhada pelas ruas e vias de Luanda revela um quadro de extrema dificuldade, onde a busca pelo “pão nosso de cada dia” é uma constante e visível batalha. É comum presenciar mulheres e crianças nas ruas, vendendo itens básicos como banana, tomate ou outras hortaliças, em um esforço angustiante para garantir uma refeição mínima para suas famílias.

Apesar de Angola ser uma nação rica em recursos naturais, a fome persiste como uma realidade avassaladora para grande parte de seus habitantes. Sob um governo comunista, a população experimenta dor e sofrimento diários. Adicionalmente, a infraestrutura de saúde pública é precária, resultando em altos índices de mortalidade infantil, com a malária sendo uma das principais causas.

Em uma crítica contundente, o autor descreve o comunismo como uma “desgraça”, contrastando suas promessas com a dura realidade. A ideologia que propõe esperança, frequentemente traz desespero; que defende igualdade, na prática gera desigualdade; que fala em sustentabilidade, instaura a fome; e que se autodenomina democrática, opera como uma ditadura.

É lamentável observar que um país de beleza natural exuberante e um povo acolhedor e hospitaleiro esteja mergulhado em uma luta tão fundamental pela alimentação e pela sobrevivência. A observação inicial é reafirmada: a fome é, de fato, a irmã de Satanás, e o comunismo é apontado como o pai dessa miséria e dor que assola a nação angolana.

Renato Vargens é pastor sênior da Igreja Cristã da Aliança em Niterói, no Rio de Janeiro, e conferencista. Sua atuação se estende por diversos países da América do Sul, do Norte, Caribe, África e Europa, pregando o evangelho. É autor de 40 livros em língua portuguesa e um em espanhol, além de ser membro dos conselhos do TGC Brasil e do IBDR.

Fonte: NOTICIAS – Pleno News

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