Trump Prevê Rápida Finalização de Ação no Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta segunda-feira, 9 de março de 2026, que a operação militar de seu país no Irã se configurará como uma “excursão curta” e será concluída com celeridade. Em pronunciamento direcionado à base republicana, o líder norte-americano defendeu a imperatividade da ação para “derrotar o mal”, alegando que o Irã estaria a meras duas semanas de adquirir armamentos nucleares.

Trump indicou que, embora a intervenção no país persa ainda não tenha sido integralmente finalizada, danos substanciais já foram infligidos à capacidade iraniana. Segundo as declarações presidenciais, aproximadamente 80% dos locais que abrigavam mísseis teriam sido destruídos, evidenciando o impacto significativo das operações conduzidas.

No decorrer de seu discurso, o presidente abordou outros tópicos pertinentes à política externa e de segurança dos EUA. Ele mencionou a possibilidade de Havana negociar com Washington, embora tenha sugerido a eventualidade de uma “tomada” (takeover) caso um acordo não se materialize. Adicionalmente, Trump reiterou que a ofensiva militar evitou um ataque iminente, acusando Teerã de estar preparando uma ofensiva contra os Estados Unidos, Israel e outros aliados no Oriente Médio.

O mandatário norte-americano fez questão de sublinhar a supremacia militar de sua nação. “Temos a maior força militar do mundo, agora todos entendem”, afirmou Trump, exaltando a eficiência das Forças Armadas estadunidenses. Ele destacou que as ações tanto no Irã quanto na Venezuela serviram para demonstrar as capacidades bélicas do país, que, em suas palavras, “voltou a ser respeitado no cenário global”.

Em um panorama econômico, Trump reiterou o bom desempenho do país, citando índices de desemprego e os recordes alcançados no mercado acionário. O presidente expressou confiança de que a inflação não sofrerá um impacto significativo em decorrência da “ação rápida” implementada no Irã, reforçando a estabilidade econômica em meio às operações militares.

Fonte: ECONOMIA – InfoMoney

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