Uma bomba política e financeira de proporções estratosféricas acaba de explodir no Distrito Federal! O escritório de advocacia do governador Ibaneis Rocha fechou um contrato de R$ 38 milhões para a venda de precatórios a um fundo DIRETAMENTE ligado à Reag, uma gestora que está sob o microscópio da Polícia Federal (PF) por ser, supostamente, peça-chave em um escandaloso esquema de desvio de recursos envolvendo o Banco Master. A revelação chocante lança uma sombra gigantesca sobre o Palácio do Buriti e pode abalar as estruturas do poder local e nacional!
O acordo, assinado em maio de 2024, não poderia vir em pior hora: o Banco de Brasília (BRB) já vinha adquirindo carteiras da instituição controlada por Daniel Vorcaro, o epicentro do terremoto financeiro. Fontes de O Globo, através da coluna de Malu Gaspar, detonaram essa informação que liga o gabinete do governador a uma teia de negócios investigados por *fraudes massivas*. PF e Ministério Público Federal (MPF) não têm dúvidas: a Reag é o coração pulsante da rede de fundos usada para “distribuir” valores captados em transações consideradas irregulares, tornando impossível rastrear a origem e o destino final do dinheiro sujo!
A trama se adensa com a descoberta de que o diretor do fundo que assinou com o escritório de Ibaneis também representava o grupo em assembleias do BRB. Em março de 2025, ele votava em nome do fundo Borneo, OUTRO alvo da PF, que é investigado por ter sido usado em uma manobra do Master e da Reag para adquirir 25% do controle do BRB por um valor MUITO abaixo do mercado, enquanto simultaneamente negociavam carteiras fraudulentas! O Borneo chegou a controlar 4,5% do capital total do BRB e mais de 12% das ações preferenciais do banco, papéis que, pasmem, estão hoje BLOQUEADOS por ordem judicial! A quantia total envolvida no conjunto de operações com o fundo Pedra Azul era de R$ 381,2 milhões – e não há NENHUM registro de que os valores tenham sido recebidos!
O contrato em questão, envolvendo a Ibaneis Advocacia e Consultoria, foi assinado em 29 de maio de 2024, cedendo direitos creditórios sobre honorários advocatícios (avaliados em R$ 38 milhões) ao fundo Reag Legal Claims, que hoje atende por Pedra Azul. Os termos foram firmados por Luzineide Getro de Carvalho, gerente administrativa do escritório do governador, e por Ramon Pessoa Dantas, diretor da Reag. E tem mais: o escritório Engels Augusto Muniz Sociedade Individual de Advocacia, com fortes laços ao GRUPO POLÍTICO de Ibaneis, também estava envolvido na transação. Isso não é uma simples coincidência, é uma rede que se desenha com contornos cada vez mais sombrios!
O escândalo se aprofunda quando lembramos que a Reag teve sua liquidação decretada pelo Banco Central (BC) em janeiro, APENAS dois meses após medida semelhante para o Banco Master. A razão? “Graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do sistema financeiro nacional”. E não para por aí: a Reag é alvo da Operação Carbono Oculto da PF, investigando LAVAGEM DE DINHEIRO de FACÇÕES CRIMINOSAS no mercado de combustíveis! Marcos Ferreira Costa, diretor do fundo Pedra Azul e representante da Reag/Borneo no BRB, foi responsável pela Reag DTVM, também liquidada pelo BC. E a cereja do bolo: Daniel Vorcaro, controlador do Master, teria OCULTADO R$ 2,2 BILHÕES que deveriam ser usados para pagar credores, transferindo-os para uma conta em nome de seu pai na própria gestora!
Diante da avalanche de acusações, a defesa de Ibaneis Rocha tenta se esquivar, afirmando em nota que o governador está afastado de seu escritório desde 2018 e “não possui informações sobre negociações realizadas quase seis anos depois de seu afastamento”. Os advogados vociferam que Ibaneis “nunca participou de quaisquer negociações” com Marcos Ferreira Costa ou com a Reag. Mas a verdade é gritante: a operação milionária com uma gestora investigada por fraudes sistêmicas, realizada no olho do furacão das negociações com o Banco Master e pouco antes da tentativa de aquisição duvidosa de 25% do BRB, é um FAROL vermelho que acende todas as luzes de alerta sobre a administração do Distrito Federal. As explicações não convencem e o governador está no centro da tempestade!
A carreira política de Ibaneis, já marcada por turbulências como o afastamento após os atos de 8 de janeiro, agora enfrenta um DESAFIO ainda maior. Ele, que outrora defendeu a compra do Master pelo BRB como uma “fusão que renderia dividendos bilionários”, chamando-a de “pura camaradagem”, agora se vê encurralado. Sua justificativa de “excesso de confiança” no então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa (também afastado pela Justiça), soa oca diante da magnitude do rombo. Os pedidos de impeachment na Câmara Legislativa do DF se intensificam, e sua própria candidatura ao Senado está em xeque, com aliados duvidando de sua viabilidade política!
O BRB, arrastado para o abismo financeiro por essa sucessão de eventos, está em uma corrida desesperada para vender ativos e tentar compensar um prejuízo ASSUSTADOR de R$ 12,2 bilhões decorrentes de uma carteira de crédito fraudada! Há um pânico generalizado no GDF e no próprio BRB de uma intervenção do Banco Central ou, pior, uma federalização para evitar a FALÊNCIA da instituição. Embora a Câmara Legislativa tenha aprovado um empréstimo de R$ 6,6 bilhões do FGC e a cessão de imóveis públicos, a sombra da insolvência paira sobre o banco. Nos bastidores, Ibaneis tentou até o último momento adiar a sanção do projeto, tentando transferir a responsabilidade para sua vice, Celina Leão, em uma manobra para fugir da admissão explícita de erro na autorização da compra do Banco Master. A pressão é imensa: o governador precisa assumir sua responsabilidade política AGORA, antes que o escândalo o engula por completo!
Fonte: POLITICA – Revista Oeste